sexta-feira, 29 de março de 2013

Como seria um mundo com impressoras 3D acessíveis a todos?

A impressora 3D é o novo Napster. Se o antigo software de compartilhamento causou impactos profundos na indústria da música, as impressoras 3D, quando chegarem ao público em geral, revolucionarão a nossa forma de consumo. No vídeo acima, um dos entrevistados profetiza: deixaremos de ser consumidores passivos e passaremos a criar nossos produtos.
Não faz muito tempo que o Pirate Bay entrou na onda da impressão 3D e tem disponibilizado “objetos físicos” para download. Esse tipo de facilidade de produção e compartilhamento de objetos traz novas questões não só à dinâmica do mercado, mas também à ética: se antes era possível piratear música, com a impressão 3D podemos clonar brinquedos, peças de decoração e, no futuro, quem sabe, até mesmo um carro!


Comprar, não: criar!

 

Imagine que você quebrou, sem querer, a tampinha do compartimento de pilhas da sua câmera digital. A solução mais comum, hoje, seria usar fita adesiva, já que não se encontra uma peça tão específica à venda. Talvez seja possível entrar em contato com o fabricante, mas as chances de que essa peça custe 20% do valor da câmera não são baixas.


Como seria um mundo com impressoras 3D acessíveis a todos?

Impressora 3D exibida na Campus Party Brasil 2013 (Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)

Em um mundo com impressoras 3D acessíveis a todos, você poderia baixar softwares como Blender ou Maya e usá-los para modelar uma peça idêntica, imprimindo-a, logo em seguida, no conforto do seu lar. Melhor ainda: se achar que esse item possui uma procura grande, você pode vendê-lo na internet ou simplesmente compartilhar o arquivo para que qualquer pessoa possa imprimi-lo.
Na verdade, pessoas do mundo todo já estão fazendo isso. Peças e produtos completos têm sido criados nos quartos de pessoas espalhadas pelo mundo todo. Infelizmente, essa é uma tecnologia que ainda está restrita a uma parcela da população que pode pagar pelo alto custo das impressoras 3D. Mas é certo que, com o passar do tempo, esses equipamentos terão preço muito mais acessível e serão adotados massivamente.


Na verdade, pessoas do mundo todo já estão fazendo isso. Peças e produtos completos têm sido criados nos quartos de pessoas espalhadas pelo mundo todo. Infelizmente, essa é uma tecnologia que ainda está restrita a uma parcela da população que pode pagar pelo alto custo das impressoras 3D. Mas é certo que, com o passar do tempo, esses equipamentos terão preço muito mais acessível e serão adotados massivamente.

O que você faria com uma impressora 3D?

 

O Tecmundo já publicou sete exemplos de coisas alucinantes que você vai criar em casa com impressoras 3D. As opções são diversas e vão desde blocos de montar, semelhantes ao LEGO, até exoesqueleto para crianças que possuem dificuldade de locomoção. Em casos mais extremos, é possível imprimir casas, carros e até outra impressora 3D.
Como seria um mundo com impressoras 3D acessíveis a todos?
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)
Com toda essa flexibilidade causada pelas impressoras 3D, diversas questões têm sido levantadas, principalmente em relação aos setores econômicos e direitos autorais.

Copyright e impressão 3D

 

O triângulo de Penrose, em teoria, é visto com um objeto impossível, devido às suas propriedades geométricas. Não por acaso, ele é usado em gravuras pelo artista holandês M. C. Escher, que criou inúmeras peças que exploravam conceitos matemáticos e arquitetônicos.
Apesar de toda essa impossibilidade, o designer Ulrich Schwanitz imprimiu um triângulo de Penrose com sua impressora 3D e divulgou um vídeo na internet contando sua façanha. Depois disso, Schwanitz colocou o objeto à venda na internet por US$ 70 (cerca de R$ 141). Até o momento, nada de errado. Porém, algumas semanas depois, outro modelador 3D, Artur Tchoukanov, estudou o objeto criado por Schwanitz e reproduziu-o, mas com um diferencial: divulgou o feito no Thingiverse, um repositório open source de modelos 3D.

Como seria um mundo com impressoras 3D acessíveis a todos? 
Impressão 3D de um triângulo de Penrose, feito, parcialmente, com cubos invertidos (Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)

Depois disso, não demorou muito até que Schwanitz pedisse para que o arquivo de Tchoukanov fosse tirado do ar, clamando ser o detentor da propriedade intelectual daquele objeto. Apesar de ser uma situação bastante questionável, o Thingiverse acabou acatando o pedido do designer original.
Esse foi só o primeiro conflito de direitos autorais que se tem registro devido ao uso de impressoras 3D. Mas é provável que, no futuro, situações como essa se tornem mais comuns, principalmente se scanners 3D se tornarem mais precisos e mais baratos: nesse caso, copiar um objeto será tão fácil quanto clonar um CD.
Por enquanto, pode-se dizer que a indústria de impressão 3D ainda não teve o seu momento “Napster” e, em partes, isso se deve ao fato de que a tecnologia ainda está muito restrita ao mundo de hobbistas e afins. Quando ela se popularizar mais, legisladores certamente voltarão a atenção para ela.

Posso vender o Darth Vader?

 

Um processo que já existe e que deve se proliferar no futuro é a presença de sites especializados em vender objetos 3D sob demanda. O funcionamento é simples: o criador de um modelo 3D envia o arquivo para um site e, sempre que a peça for vendida, ele ganha uma porcentagem da venda, terceirizando todo o processo.
Curiosamente, é possível encontrar nesses sites objetos que claramente violam alguma lei de direito autoral, como o de bustos do Darth Vader ou cenários do primeiro game do Mario, da Nintendo. E, por mais surpreendente que seja, até agora não houve reclamações de propriedade intelectual, sendo o caso do triângulo de Penrose um dos únicos do mundo todo.

Como seria um mundo com impressoras 3D acessíveis a todos?  
(Fonte da imagem: Reprodução/Thingiverse)
E o Brasil também já possui um serviço que funciona da mesma forma: trata-se do Imprima 3D, site que funciona com um modelo de negócios semelhante. Portanto, espere grandes polêmicas de direitos autorais quando a impressora 3D se popularizar no Brasil.

Impressoras 3D x distribuição global de produtos

 

Diariamente, milhares de produtos são transportados por navios ou aviões de um continente para outro.  Mas, com a popularização da impressora 3D, esse mercado de distribuição global poderia ser drasticamente reduzido. Segundo o site SmartPlanet, uma grande quantidade de itens produzidos na China, por exemplo, poderiam ser fabricados em impressoras dos EUA ou da Europa, reduzindo assim a carga desses meios de transporte.

Como seria um mundo com impressoras 3D acessíveis a todos?Popularização de impressoras 3D pode impactar até mesmo a distribuição de itens (Fonte da imagem: Reprodução/About.com)

A necessidade de manter enormes armazéns para o estoque desses produtos também pode diminuir, visto que esses bens poderiam ser impressos sob demanda. Já pensou como seria eliminar o frete de uma capinha para o iPhone, podendo imprimi-la na sua própria casa, tão logo o pagamento fosse aprovado pela loja?

Impressão 4D para um futuro mais distante

 

A impressão 3D está longe de se popularizar, mas já há quem pense em um aperfeiçoamento dessa tecnologia. O professor do MIT Skylar Tibbits apresentou, no início de 2013, uma palestra no TED sobre o que ele chama de Impressão 4D.
Infelizmente, não estamos falando de imprimir objetos em dimensões paralelas. O nome é um pouco infeliz e chega a lembrar o caso dos “MP9” vendidos pelos camelôs. Mas a ideia é muito bacana: objetos que, depois de impressos, são capazes de se montarem sozinhos.

Fonte:
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/impressora-3d/37931-como-seria-um-mundo-com-impressoras-3d-acessiveis-a-todos-.htm#ixzz2Ow26IXwm

terça-feira, 26 de março de 2013

Principais motivos das migrações internacionais




Resumo
Tendo como objetivo os estudos sobre a população (sociedade) migração internacional, podemos entender os altos e baixos da população em termos socioeconômicos, que busca principalmente uma boa qualidade de vida e novos conhecimentos, para que um dia possa pensar em volta a seu país de origem e esperando que o mesmo tenha um bom desenvolvimento durante determinada época para que volte e dê continuidade em seu aspecto financeiro e aprendizados, assim dando uma continuidade e estabilidade a sua família e quem sabe ao seu país e origem, isso a depender dos seus aprendizados e efetividade sócio financeira.

Palavras Chaves: população, desenvolvimento, migração, processo, econômico.

Introdução
Podemos definir migrar como ato de trocar de país, estado, região, etc. Migração internacional consiste na mudança com destino a outros países. Este tipo de migração vem ocorrendo ao longo de muitos anos, temos como exemplo a migração forçada de africanos no intuito de realização de trabalhos escravos em outros continentes. A partir desse acontecimento o aumento da migração internacional só aumenta.

Migração internacional pode ser definida por diversos fatores: Desastres ambientais, guerras, perseguições políticas, culturais, Estudos (Reconhecimento curricular), trabalho (melhores condições de vida), etc. Na Atualidade o principal motivo para esses fluxos é o econômico, No qual as pessoas estão deixando seus países em busca de melhores salários para que possa um dia voltar a seu país com boas condições socioeconômica.
Em nossa década temos como principais destinos internacionais os países industrializados, entre eles estão: Estados Unidos, Canadá, Japão, Austrália e as nações da União Européia mesmo com toda crise financeira as pessoas tem como foco esses países, sendo o País líder de imigrantes o EUA.

Com processo de migração internacional temos muitos problemas socioeconômicos, como as medidas adotadas por diversos países desenvolvidos no intuito de diminuir a entrada de imigrantes, onde este tipo de processo nunca vai deixar de acontecer e que cada vez esta se intensificado. No entanto, alguns Países tem um regime aberto para profissionais qualificados, pessoas com aptidões técnicas e dotadas de conhecimentos, tem uma boa recepção em países que estão em busca de novos conhecimentos e aperfeiçoamento.

Bibliografia
http://www.pucsp.br/ponto-e-virgula/n7/artigos/pdf/pv7-19-rodrigolima.pdf
http://pt.shvoong.com/social-sciences/education/2183955-migra%C3%A7%C3%B5es-internacionais/
http://www.univale.br/noticia/2334/Migracao-Internacional-e-o-tema-do-IV-E-book-Neder-.aspx
http://linosuporte.blogspot.com.br/

segunda-feira, 4 de março de 2013

Conceitos básicos de demografia



lino


Resumo

Tendo como objetivo a estratégia de governo na área da saúde, educação e etc. Podendo ter como base o estado de Pernambuco vemos que é possível fazer uma boa organização populacional basta ter planejamento no nosso caso (Brasil), devemos reorganiza-lo e assim dar continuidade ao trabalho para uma possível transformação podendo igualha as classes sociais.

Palavras Chaves: conceitos básicos de demografia, planejamento, Pernambuco, controle.

Introdução

È de extrema importância esses estudos onde é possível planejar para uma possível aplicação de melhoramento em relação à vida da população, desses estudos podemos ver onde ocorrem as maiores deficiências e acertos nos governos em relação à saúde, educação, taxa de natalidade e mortalidade em qualquer idade, pois é bastante importante para ter um controle médio de pessoas, pois sem esse controle é onde ocorrem as deficiências exemplo emprego, educação e saúde.

Atualmente no Brasil temos como principal destaque a organização governamental de Pernambuco onde temos um grande índice de controle populacional mesmo tendo como a maioria mulher em termos de Brasil, Pernambuco vem tendo um bom controle, com esse controle aonde vem índice de natalidade no estado, migrante e emigrante entre outros termos. Mesmo com esses acertos no estado podemos perceber alguns erros exemplo na preparação das pessoas para assumir um cargo de alto nível onde a maioria dos cargos de alto nível hoje é ocupada por pessoas de outros lugares do mundo. Apesar do desenvolvimento Pernambuco se diz com alto índice de emprego porem a maioria dos pernambucanos trabalham como auxiliares na construção civil. Temos preparação para profissionais mais falta vaga na área em que esta sendo preparados os profissionais.

Por essas e outras questões que estamos distante de ser um país desenvolvido, temos um grande percurso a ser corrido para isso acontecer na pratica.

Bibliográfica
o   Paginas Web:
http://www.nepet.ufsc.br/Seminarios/natalidade.pdf
http://www.estantevirtual.com.br/olhosdeanjo/Mario-Victor-de-Assis-Pacheco-Explosao-Demografica-e-Crescimento-do-Brasil-47669877
http://www.suapesquisa.com/geografia/demografia.htm
http://www.brasil.gov.br/?set_language=pt-br
http://acertodecontas.blog.br/atualidades/esta-faltando-homem-no-recife/
seriesestatisticas.ibge.gov.br/exportador.aspx?...%22Homem_Mulher